terça-feira, 27 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
"Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos ,um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoraçao ou seu desprezo. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia."
Divã.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Smile baby.
Eu costumo imaginar como vai ser a minha vida daqui uns anos, geralmente ignorando os trancos e barrancos e torcendo pra que minha imaginação não me faça sair muito do chão. Eu costumo pensar em como eu queria ter ao meu lado não um cara bonito e gostosão de capa de revista, mas um cara que saiba o que é gostar realmente de alguém, mas que não precise de mim o tempo inteiro, que goste de conversar, que goste de ler, que ame música e que não se importe em fazer o jantar. E gosto de pensar que assim como eu, ele vai querer uma casinha na praia pra todo dia dizer bom dia pras ondas, ter aquele cheirinho de maresia batendo a porta, e que possa me ensinar a surfar. Eu quero ter uma casinha a moda antiga, quem sabe até de madeira, não muito grande, mas o suficiente pra caber uma família feliz, pequena pra mante-la unida. Eu quero por que quero um Fusca na garagem reformado do meu jeito, uma Kombi ao lado com a qual eu vou levar as crianças pra escola, e ah, as crianças, sim elas vão amar isso, elas vão dar valor ao que é bom, não ao que é da moda. Mas antes delas eu quero minha vida arrumadinha, quero uma vitrola na sala, som pela casa toda, uma cafeteira da hora. Quero ser uma Bióloga eficiente, quero mudar o mundo do meu jeito, quero fazer alguma diferença, eu quero ajudar. Eu quero buscar sorrisos, eu quero, eu quero...
Eu espero que quando eu conseguir isso tudo, todo mundo consiga também realizar seus sonhos, os bons sonhos, eu quero que as pessoas parem de ser egoístas e quererem ser melhores que as outras e não melhores que elas mesmas. Eu quero que no mundo que eu vou viver daqui uns anos as pessoas se preocupem de verdade com a felicidade. Eu quero que você seja feliz, que você colecione mais sorrisos que lagrimas na sua vida e que você pense, assim como eu, que o mundo precisa de mais amor a vida.
Eu espero que quando eu conseguir isso tudo, todo mundo consiga também realizar seus sonhos, os bons sonhos, eu quero que as pessoas parem de ser egoístas e quererem ser melhores que as outras e não melhores que elas mesmas. Eu quero que no mundo que eu vou viver daqui uns anos as pessoas se preocupem de verdade com a felicidade. Eu quero que você seja feliz, que você colecione mais sorrisos que lagrimas na sua vida e que você pense, assim como eu, que o mundo precisa de mais amor a vida.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Caio Fernando Abreu
Trago lágrimas, sorrisos, histórias, abraços… trago momentos felizes, momentos de decepção. Carrego pessoas, amores e desamores, amigos e inimigos, desafetos, paixões… Não sou um livro aberto, mas também não tão fechado que você não consiga abrir, basta ter jeito, saber tocar as páginas, uma a uma, e descobrirá de que papel é feito cada uma delas.
Meu menino de asas.
Era uma vez um pequeno menininho que tinha acabado de nascer, ele tinha um destino, ele iria para uma nova família, mas uma família sem asas, mas lá ele iria receber todo o amor que essa família podia dar. Então um dia essa família foi busca-lo, e dentre tantos outros iguais na aparência escolheram ele. A única filha dessa família ficou fascinada com o pequeno menininho e pediu para poder leva-lo no caminho para casa. O pequenino de asas foi posto dentro de uma caixinha branca com furinhos onde a menina olhava curiosa e ele corria desesperado. Chegando em casa ele ganhou uma nova casinha, e recebeu um lugar especial onde pegava Sol o dia todo e tinha uma sombra privilegiada para descansar, e a noite sua casinha tinha seu quarto que um tempo depois dividiu com sua irmã de quatro patas. O pequeno aos poucos se acostumou com a nova família, grandes sem asas, mas que lhe dava amor, atenção e um banquete todo o dia. O menininho amava cantar e pular, sua casinha tinha vários puleiradores onde ele brincava o dia todo e a noite dormia em um deles se equilibrando e escondendo sua cabecinha embaixo da asa. Ele aprendeu a demonstrar que reconhecia sua família mesmo sem falar, bicadinhas carinhosas e uma canção linda cada vez que via o Sol pela manhã. Mas como todos, o menininho foi crescendo, foi envelhecendo, mas sempre era o menino da família e amado como nenhum outro. Com os anos o menininho começou a perder as forças e já não conseguia pular em seus puleiradores como antes, então teve que ver a vida do chão de sua casinha, mas mesmo assim, ele não desanimava, ainda tinha sua linda voz e cantava o dia todo todos os dias. E o tempo foi passando, e uma época ele já não via as cores do mundo, porém ainda sabia que aqueles que o amavam ainda estavam ali lhe dando atenção mesmo ele não os identificando, mais respondia pela sua canção. E o tempo foi passando, foi passando, e um dia ele não tinha mas forças para soltar sua linda voz. Ele viveu cerca de um ano no silêncio, no escuro, e talvez em um mundo sem muitos sons, mas não desistiu, e ele ainda sabia que recebia o mesmo amor mesmo não cantando para aqueles que o amavam tanto. A expectativa de vida do menino era cerca de 5 ou 7 anos, mas ele foi além, ele tinha amor a vida para ir além, ele viveu 13 anos. E o menininho não desistiu da vida, ela foi-lhe roubada por um pássaro maior, que talvez com filhotes no ninho precisava encontrar comida, e aquele pobre menininho quieto em sua casinha apenas comendo e caminhando virou uma presa fácil. O menininho então abriu suas asas por uma última vez soltou sua voz para a eternidade e saiu pelos céus voando para o ombro de Santa Catarina a protetora dos animais, e no céu dos animais os passarinhos são os anjinhos, e agora ele olha pela família que chorou tanto sua despedida.
Meu pequeno, nos te amamos pra sempre, você faz falta como qualquer ente da família faz, você foi corajoso e forte durante toda a sua vida, e eu agradeço a Deus por ter tido a oportunidade de conviver com você, te tratar todo dia e ouvir o seu canto lindo, você fez parte da minha vida esteve nela mais tempo do que não, eu tinha 5 anos quando te trouxe numa caixinha pra casa, e eu tenho 18 anos e te levei em uma caixinha para você dormir tranquilo. Vá com Deus e que no céu você voe e cante feliz pra sempre.
Meu pequeno, nos te amamos pra sempre, você faz falta como qualquer ente da família faz, você foi corajoso e forte durante toda a sua vida, e eu agradeço a Deus por ter tido a oportunidade de conviver com você, te tratar todo dia e ouvir o seu canto lindo, você fez parte da minha vida esteve nela mais tempo do que não, eu tinha 5 anos quando te trouxe numa caixinha pra casa, e eu tenho 18 anos e te levei em uma caixinha para você dormir tranquilo. Vá com Deus e que no céu você voe e cante feliz pra sempre.
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